então tá...vou aproveitar o espaço que tenho e dar lugar às minhas fantasias e historias fantasticas...aos que desejam conhecer a historia de uma ninguém, sejam bem-vindos! aos que acham tudo isso uma palhaçada, fechem a pagina, porque nada realmente sério e importante será escrito aqui hoje...
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lá está ela. caminhando com seus adidas pelas poças. gosta de ver a água subir e envolver seu tênis branco; gosta da sensação de estar dentro d'água sem se molhar.
ela pensa em toda a sua trajetória. em tudo que vivera até chegar neste momento. pensa nos amigos que tivera, mas que o tempo levara embora; pensa nos que ainda estão com ela. pensa em tudo que gostara um dia, em como sua opinião sobre o mundo mudara tantas e tantas vezes; pensa nas coisas que dissera, nas pessoas que magoara e nas coisas que fizera. e por todos os momentos que tivera até então, ela dá um salto - um daqueles saltos que se alcança o céu! - e cai com os dois pés dentro de uma imensa poça.
sabe o quão abençoada é por ter as pessoas que tem ao seu lado, por ser quem é e por ter liberdade de voar para onde quiser. e já planeja quando será o próximo vôo, e para onde.
sem saber bem o que está fazendo ou para onde está indo, ela sai correndo! corre em direção a uma bela e imensa figueira. com todos seus galhos retorcidos e belos, semelhantes a enormes braços abertos, receptivos a um abraço! então ela chega e se pendura em um dos braços da imensa árvore mãe. balança seu corpo para frente e para trás, até que consegue bastante impulso e se joga para frente, numa tentativa de agarrar um braço próximo. a tentativa fracassa, ela dá um semi-looping e cai deitada de barriga para cima na grama! após o susto da queda e a breve dor nas costas, ela começa a rir. ri como uma criança que acaba de ver uma mágica! ri como se nao houvessem coisas ruins e tristes no mundo; ri com verdadeira alegria.
enquanto está deitada, ela olha para o céu e começa a procurar desenhos nas nuvens. encontra, logo em seguida, o rosto de um cachorro e um balão (aqueles de voar!) . depois o cachorro gradualmente se transforma num lobo e depois num urso! todas aquelas transformações/mutações a deixam confusa sobre a vida, e ela se cansa da brincadeira e vira o rosto para a grama que - tão alta está - alcança suas orelhas. ao fazê-lo, dá-se frente a uma bela florzinha de grama; daquelas bem pequenas e violetas. nesse instante ela sente uma onde de calor percorrendo seu corpo e o mundo pára de girar. ela contempla a beleza daquela pequenina flor, tem vontade de levá-la para casa para poder contemplá-la todos os dias. no entanto, sabe que se arrancar a flor de seu lugar, estará encerrando com a vida da pequena e o que levará para casa será apenas um corpo sem vida e que ela verá se decompor. então ela apenas fica ali deitada observando a flor, brincando com a grama e acompanhando o movimento que os galhos da figueira fazem acima de sua cabeça.
horas de meditação depois, ela se levanta e segue pela estrada, pisando pelas poças e rindo como uma criança. em seu caminho, encontra um velho amigo, um daqueles que não vê há tempos. ela corre para abraçá-lo. ao vê-la, ele abre seus abraços e ela dá um salto ao seu encontro. os dois dão um giro completo e se apertam mutuamente. sentam-se num banco próximo e começam a conversar. relembram momentos vivenciados juntos, contam novidades e trocam olhares carinhosos.
já está anoitecendo e ela se dá conta que precisa ir para casa. o caminho até sua casa é bastante perigoso. o amigo oferece-se para acompanhá-la e os dois entao seguem caminhando. decidem pular as pedrinhas sem pisar nas linhas! e apostam uma corrida até a quadra seguinte. ela chega na frente e vence a corrida. ele finge uma indignação mas, sob os risos e gritos de vitória dela, ele desiste e volta para a brincadeira. então ele diz que ela roubou e pisou nas linhas e sai correndo atrás dela para fazer cócegas! correm por uma quadra inteira, com gritos, protestos e risadas intensas. como é bom encontrar um amigo!
quando chegam à casa dela, despedem-se e ela entra. passa na cozinha, rouba um pedaço de bolo e corre para o quarto! liga o computador, põe uma música bem alto e deita-se na sua cama de molas. fica balançando-se com as molas ao ritmo da música que toca com alegria e vontade nos auto-falantes. ela começa a pensar em como sua vida é gostosa e feliz; em como tem a capacidade de divertir-se com coisas simples do dia-a-dia. lembra de tudo que fez naquele lindo dia de arco-íris, e - nesse instante - começa uma música que ela adora. levanta-se e começ a dançar na frente do espelho! inventa passos, coreografias e canta. joga-se de cara no colchão e é empurrada de volta. já em pé de novo, dá rodopios, estrelas e passos de balé. brinca de dançarina!
lá pela meia-noite, as pilhas começam a ficar fracas e ela sente sono. dá boa noite aos amigos e vai se deitar pensando na alegria que vive. mais um dia que acaba, mas com a certeza que amanhã levanta um novo sol, com novas cores nas ruas e um cheiro que não tinha hoje!
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ela pensa em toda a sua trajetória. em tudo que vivera até chegar neste momento. pensa nos amigos que tivera, mas que o tempo levara embora; pensa nos que ainda estão com ela. pensa em tudo que gostara um dia, em como sua opinião sobre o mundo mudara tantas e tantas vezes; pensa nas coisas que dissera, nas pessoas que magoara e nas coisas que fizera. e por todos os momentos que tivera até então, ela dá um salto - um daqueles saltos que se alcança o céu! - e cai com os dois pés dentro de uma imensa poça.
sabe o quão abençoada é por ter as pessoas que tem ao seu lado, por ser quem é e por ter liberdade de voar para onde quiser. e já planeja quando será o próximo vôo, e para onde.
sem saber bem o que está fazendo ou para onde está indo, ela sai correndo! corre em direção a uma bela e imensa figueira. com todos seus galhos retorcidos e belos, semelhantes a enormes braços abertos, receptivos a um abraço! então ela chega e se pendura em um dos braços da imensa árvore mãe. balança seu corpo para frente e para trás, até que consegue bastante impulso e se joga para frente, numa tentativa de agarrar um braço próximo. a tentativa fracassa, ela dá um semi-looping e cai deitada de barriga para cima na grama! após o susto da queda e a breve dor nas costas, ela começa a rir. ri como uma criança que acaba de ver uma mágica! ri como se nao houvessem coisas ruins e tristes no mundo; ri com verdadeira alegria.
enquanto está deitada, ela olha para o céu e começa a procurar desenhos nas nuvens. encontra, logo em seguida, o rosto de um cachorro e um balão (aqueles de voar!) . depois o cachorro gradualmente se transforma num lobo e depois num urso! todas aquelas transformações/mutações a deixam confusa sobre a vida, e ela se cansa da brincadeira e vira o rosto para a grama que - tão alta está - alcança suas orelhas. ao fazê-lo, dá-se frente a uma bela florzinha de grama; daquelas bem pequenas e violetas. nesse instante ela sente uma onde de calor percorrendo seu corpo e o mundo pára de girar. ela contempla a beleza daquela pequenina flor, tem vontade de levá-la para casa para poder contemplá-la todos os dias. no entanto, sabe que se arrancar a flor de seu lugar, estará encerrando com a vida da pequena e o que levará para casa será apenas um corpo sem vida e que ela verá se decompor. então ela apenas fica ali deitada observando a flor, brincando com a grama e acompanhando o movimento que os galhos da figueira fazem acima de sua cabeça.
horas de meditação depois, ela se levanta e segue pela estrada, pisando pelas poças e rindo como uma criança. em seu caminho, encontra um velho amigo, um daqueles que não vê há tempos. ela corre para abraçá-lo. ao vê-la, ele abre seus abraços e ela dá um salto ao seu encontro. os dois dão um giro completo e se apertam mutuamente. sentam-se num banco próximo e começam a conversar. relembram momentos vivenciados juntos, contam novidades e trocam olhares carinhosos.
já está anoitecendo e ela se dá conta que precisa ir para casa. o caminho até sua casa é bastante perigoso. o amigo oferece-se para acompanhá-la e os dois entao seguem caminhando. decidem pular as pedrinhas sem pisar nas linhas! e apostam uma corrida até a quadra seguinte. ela chega na frente e vence a corrida. ele finge uma indignação mas, sob os risos e gritos de vitória dela, ele desiste e volta para a brincadeira. então ele diz que ela roubou e pisou nas linhas e sai correndo atrás dela para fazer cócegas! correm por uma quadra inteira, com gritos, protestos e risadas intensas. como é bom encontrar um amigo!
quando chegam à casa dela, despedem-se e ela entra. passa na cozinha, rouba um pedaço de bolo e corre para o quarto! liga o computador, põe uma música bem alto e deita-se na sua cama de molas. fica balançando-se com as molas ao ritmo da música que toca com alegria e vontade nos auto-falantes. ela começa a pensar em como sua vida é gostosa e feliz; em como tem a capacidade de divertir-se com coisas simples do dia-a-dia. lembra de tudo que fez naquele lindo dia de arco-íris, e - nesse instante - começa uma música que ela adora. levanta-se e começ a dançar na frente do espelho! inventa passos, coreografias e canta. joga-se de cara no colchão e é empurrada de volta. já em pé de novo, dá rodopios, estrelas e passos de balé. brinca de dançarina!
lá pela meia-noite, as pilhas começam a ficar fracas e ela sente sono. dá boa noite aos amigos e vai se deitar pensando na alegria que vive. mais um dia que acaba, mas com a certeza que amanhã levanta um novo sol, com novas cores nas ruas e um cheiro que não tinha hoje!
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=]
um beijo aos que se prestam a ler minhas demencias!!!
em especial pro namorado que eu amo!
1 comentário:
Achei muito bem contado o conto. XD
(Eu falo sério)
Tu tem potencial para isso, pq não faz pra vender?
Beijão linda
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